quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Museu Chico Xavier em Uberaba

Primeiro vamos a uma pequena introdução sobre quem foi o grande Chico Xavier para o Brasil. Para quem nunca ouvi falar, Chico Xavier (Francisco de Paula Cândido Xavier) foi um médium e um dos mais importantes divulgadores do espiritismo no Brasil. Chico Xavier nasceu em Pedro Leopoldo (Minas Gerais)em 2 de abril de 1910 e faleceu em Uberaba(Minas Gerais) em 30 de junho de 2002.
Chico Xavier era de família humilde era filho de João Cândido Xavier, um vendedor de bilhetes de loteria, e de Maria João de Deus, uma dona de casa católica. Segundo biógrafos, a mediunidade de Chico teria se manifestado pela primeira vez aos quatro anos de idade.
Museu Chico Xavier
Museu Chico Xavier – Foto Editora Ideal ©
A mãe faleceu quando Francisco tinha apenas cinco anos de idade. Incapaz de criá-los, o pai distribuiu os nove filhos entre a parentela. Nos dois anos seguintes, Francisco foi criado pela madrinha e antiga amiga de sua mãe, Rita de Cássia, que logo se mostrou uma pessoa cruel, e lhe impunha os piores castigos corporais. Felizmente o pai de Chico casou-se novamente e a nova madrasta, Cidália Batista, exigiu a reunião dos nove filhos. Francisco tinha então sete anos de idade. Passou então a estudar numa escola pública.
Chico Xavier em 1968 - Foto de Fran6fran6 - Wikipédia
Chico Xavier em 1968 – Foto de Fran6fran6 – Wikipédia
As primeiras obras medíunicas começaram por volta de 1931, onde Chico Xavier iniciou a psicografia da obra Parnaso de Além-Túmulo (uma antologia de poemas cuja autoria é atribuída a poetas mortos). Em 1943, vem a público uma das obras mais populares da literatura espírita no país, o romance Nosso Lar, o mais vendido e divulgado da extensa obra do médium, que no ano de 2010 se tornou um filme. Esse é o primeiro de uma série de livros cuja autoria é atribuída ao espírito André Luiz. Em 1975 fundou o centro espírita “Casa da Prece” em Uberaba.
Chico Xavier publicou mais de 450 obras literárias psicografadas que levaram alento a milhões de brasileiros que haviam perdido um ente querido. Chico, nunca admitiu ser o autor de nenhuma dessas obras. Reproduzia apenas o que os espíritos lhe ditavam.Por esse motivo, não aceitava o dinheiro arrecadado com a venda de seus livros. Vendeu mais de cinquenta milhões de exemplares em português, com traduções em inglês, espanhol, japonês, esperanto, italiano, russo, romeno, mandarim, sueco e braile. Psicografou cerca de dez mil cartas de mortos para suas famílias, nunca tendo cobrado por isso. Para quem tiver interesse em conhecer mais sobre a vida de Chico Xavier poderá assistir os filmes: Chico Xavier, As Mães de Chico Xavier e As Cartas de Chico Xavier.
Chico Xavier no Programa Pinga Fogo em 1972:
 
A residência de Chico Xavier foi transformada no Museu Chico Xavier, com todos os seus pertences pessoais.Nela turistas e visitantes locais poderão ver a vida humilde que Chico levava, bem como o local onde o médium se reunia para psicografar as cartas dos espíritos e receber as pessoas da cidade as quais prestava assistência e ajuda humanitária.
Museu Chico Xavier
Museu Chico Xavier – Foto Editora Ideal ©
* Este artigo não tem nenhuma conotação religiosa, portanto comentários contra (ou a favor) desta ou daquela religião serão deletados. Chico Xavier foi um dos poucos seres neste mundo que me trouxe algum tipo de resposta para as minha indagações íntimas. Através dele passei a olhar um outro lado da vida, e por isso fica aqui minha singela homenagem à este grande homem! Assim como já falei aqui da casa do Papa João Paulo II, desta feita falei de Chico!

Museu Chico Xavier
Rua Dom Pedro I nº 165 – Parque das Américas – Uberaba – Minas Gerais
Horário de visitação: Segunda a Sexta, das 8h às 11h e das 13h às 17:30 e aos Sábados das 8h00  às 12h00

O Brasil tem mais de três mil museus

Recentemente tive uma grande surpresa descobrindo que o Brasil tem mais de três mil museus. Quem sabe assim passaremos a preservar a história do país, do povo, da cultura, dos costumes e das artes, assim como acontece em outros países como por exemplo na Europa.
Para que se tenha consciência do panorama estatístico nacional e internacional do setor de museus, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) lançou a publicação ‘Museus em Números’ em dois volumes, contendo dados referentes a 1,5 mil instituições museológicas brasileiras que responderam ao questionário do Cadastro Nacional de Museus (CNM) – cadastradas entre as mais de três mil instituições mapeadas em todo o país à época do levantamento de dados para a pesquisa (setembro 2010).

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Onde comer em Paris: Angelina

Há muito, estabeleci que em toda viagem invisto uma grana em experiências gastronômicas especiais. São aquelas em que deixo no hotel o raciocínio "eu pagaria muito menos por isso se comprasse no mercadinho da esquina" e simplesmente curto o momento, o ambiente e pago a conta sem fazer nenhuma conversão para reais.

A extravagância, dependendo do local, da companhia ou do meu estado financeiro, pode ir de um jantar noArzak, em San Sebastian, ao lanche da tarde de hoje, no Angelina, em Paris. Não, a conta não foi de centenas de euros, foi de 60. Cara para quatro chocolates quentes e quatro mini-macarons, mas não astronômica. A extravagância foi mesmo curtir toda aquela elegância vestindo jeans e botas e com duas crianças a tiracolo.


O Angelina é um salão de chá inaugurado no comecinho do século XX por um vienense. Sua fama se deve ao chocolate quente e ao Mont Blanc, um doce de merengue (suspiro) e chantilly coberto com uma musse de castanhas. Preferi os macarons, que desmancham na boca, achei que combinavam melhor com a bebida, que é espessa. Recomendo o de pistache.


O ambiente é Belle Epoque. Adoro frequentar esses cafés remanescentes de um tempo tão charmosamente afetado. Lembro com especial carinho do Café de l'Opera, em Barcelona, e do New York, em Budapeste. O primeiro, reformado ao longo dos anos, se destaca pela chama barcelonesa, representada pelos velhinhos que ali tomam seu cortado todas as tardes. O segundo, conservado pelo regime e pela pobreza que a precedeu, parece ter se perdido no tempo: entrar lá é como ser um intruso no sonho alheio. Me pergunto se Woody Allen já conhece o New York.

Voltando ao Angelina: passe lá para tomar um chocolate, a 7,90 euros, ou para uma refeição mais reforçada. Mas passe. Há opções de café da manhã a 20 e a 29 euros, e o brunch sai por 39 euros. Confira o menu completo, com preços.


As delícias do Angelina podem ser levadas para casa. Uma loja na entrada faz os visitantes salivarem na entrada e na saída:



Descobri o Angelina numa dica do Conexão Paris, o melhor blog da cidade feito para o público brasileiro. Fica na Rue de Rivoli e é uma excelente opção a ser incluída em um passeio à Place de la Concorde ou ao Louvre. Confira o endereço e o mapa:

Angelina
Rue de Rivoli 226
Paris

Como é a sala VIP da Aerolíneas Argentinas em Ezeiza

A sala VIP da companhia Aerolíneas Argentinas no terminal C, no aeroporto de Ezeiza, em Buenos Aires, fica no segundo andar do setor de embarque. Suba as escadas rolantes, logo após o controle de passaporte, vire à esquerda e tome o elevador. O lounge atende a todos os parceiros SkyTeam da Aerolíneas.

Estivemos no lounge num domingo à tarde, à espera de um vôo da Air France para Paris, às 18h05. A sala, conhecida como Salón Condor, estava com uma lotação bastante razoável, os banheiros estavam limpos e o balcão de comidinhas estava bem abastecido. Havia, por outro lado, pouca coleta de pratos sujos. O wifi, embora não fosse um bólido, funcionava sem soluços.

O ambiente está bastante novo, como todo o terminal C, e oferece os serviços padrão de salas VIP: balcão com lanches básicos e bebidas, lounges com tevês, área com quatro computadores.



Os destaques são a área infantil, que é bastante grande e confortável, os lounges espaçosos com muitas tomadas elétricas e o wifi grátis com razoável velocidade.


O espaço infantil tem muitas mesas e cadeiras, uma tevê e um computador. Isso é uma mão na roda, porque mantém os pequenos distraídos em um ambiente onde eles podem fazer barulho:


Há também um toalete para crianças, com vaso sanitário e pias baixinhas:


Os toaletes para adultos são espaçosos, limpos, bem conservados e em bom número, mas não têm nenhuma facilidade adicional como ducha ou itens de toucador. Fica-se mesmo no sabonete líquido e papel higiênico:


O catering é "cumplidor": vários tipos de refrigerantes gelados e em grande quantidade, café expresso, chá, chocolate quente e capuccino. Para comer, media-lunas, sanduíches, bolos industrializados e barrinhas de cereal.


No setor de bebidas alcoólicas, além de cerveja, havia dois tipos de vinho tinto, um de vinho branco, martini, uísque, gim, etc. Para petiscar, queijo, azeitonas, salgadinhos de pacote e amendoins.


O ponto fraco são as publicações: poucos jornais e revistas, e a maioria dos títulos de pouca relevância. Para matar o tempo de espera para um vôo com conforto, a sala cumpriu mais do que bem o seu papel.

Morro da Borússia: um refúgio de beleza no Litoral Norte do RS

Um passeio obrigatório para quem visita o Litoral Norte do Rio Grande do Sul é ao mirante do Morro da Borússia. O local é de fácil acesso a partir da Free-Way (BR-101), e fica na altura de Osório. Fomos num final de tarde, para aproveitar a vista lindíssima durante o por-do-sol:


Saímos de Atlântida no final da tarde e pegamos a RS-407, que liga a Estrada do Mar à BR-101. A vista, entre a Lagoa dos Quadros e a Lagoa da Pinguela, já valeria a viagem:



Depois, pegamos a BR-101 em direção a Porto Alegre. É só prestar atenção na sinalização e entrar à direita na indicação para o "Mirante da Borússia". Depois, é só seguir as placas:


Além do mirante, há também uma pista de vôo livre:


Logo ao subir no mirante, a vista é de tirar o fôlego. À esquerda, é possível ver as lagoas e o mar, ao fundo:



À direita, as centenas de hélices do parque eólico se somam às lagoas:


A vista é complementada pela poética presença das asas-delta:






Depois do mirante, você pode experimentar a À Lenha Trattoria, que também fica no morro. No site, eles informam que abrem nas sextas e sábados para jantar e em sábados, domingos e feriados para almoço. Ligue (51 93997956) e confira antes de sair, para ter certeza.



No dia em que fomos ao mirante, o restaurante estava fechado, mas pela foto dá para ver a vista da qual se pode disfrutar enquanto come:

Como escolher hotel para um casal com crianças

Quando se viaja em dupla, os critérios para escolher um hotel são bem mais simples: preço, localização, conforto. Cada um tem suas exigências. Eu, por exemplo, não abro mão de colchão bom, banheiro no quarto com chuveiro decente, limpeza e um mínimo de estética. Não faço questão de café da manhã. E, nos últimos tempos, também fico indignada quando me cobram conexão à internet, porque isso virou obrigação de qualquer muquifo.

Pois TUDO fica muito mais complicado quando se quer combinar as demandas dos adultos com a necessidade de acomodar pelo menos mais duas crianças no quarto. A maioria dos hotéis tem opções para hospedar mais uma, mas, com duas, a situação vira um quebra-cabeça. Nos hotéis de rede, alguns quartos têm duas camas queen, o que segura a onda da fórmula casal + duas crianças numa viagem curta. Mas duas semanas com essa estrutura pode ser enlouquecedor. Depende, é claro, de cada família.

Por enquanto, não considero a hipótese de reservar dois quartos, porque meus filhos ainda são pequenos demais para ficar sozinhos, e não tenho nenhuma intenção de (finalmente!) viajar com meu marido para dormirmos em quartos separados. Pedir quartos com porta de comunicação poderia ser uma opção, mas, além de poucos sites de reservas apresentarem essa opção, eu sempre acho que acabaremos chegando no hotel e eles não vão ter reservado os dois quartos contíguos conforme pedido.

Muitas famílias acabam, por causa das razões acima, optando por apartamentos em sites de aluguel de temporada. Só que não me agrada a idéia de limpar banheiro nas férias.

No exterior, dou preferência a hotéis com microondas ou cozinha compacta no quarto, porque é mais fácil dar café para os pequenos logo cedo, ao acordar. Além disso, é muito mais barato e permite mais experimentações. Numa cafeteria (seja no hotel, seja fora), é bem caro ficar pedindo coisas que eles depois não vão comer. Fazer compras num supermercadinho junto com eles, por outro lado, permite conhecer a comida local e adquirir mais coisas "só para provar". Uma bela ida a uma padaria também pode ser muito educativa. :-)

Além disso, há os itens desejáveis (ou seja, não-obrigatórios mas quem caem pra lá de bem): fogão de pelo menos uma boca pra fazer aquela massinha salvadora à noite, lavanderia auto-serviço pertinho para ter que carregar menos roupa na mala...

A acomodação dos meus sonhos no momento compõe-se, portanto, de um quarto de hotel ou aparthotel com sofá-cama numa salinha separada, com colchão bom no quarto de casal, banho bom, sofá-cama em um ambiente separado, geladeira, microondas... ufa!

Pois bem, a tarefa de conseguir fazer uma reserva incluindo essas variáveis é missão impossível. A maioria dos sites consolidadores de reservas de hotéis permite que você inclua dois adultos e duas (ou mais) crianças na busca, mas não explica direito as opções que apresenta.

Vão aqui, portanto, algumas dicas para conseguir acomodar toda a família num só quarto com baixo risco de surpresas:

1) Comece a pesquisa pelo TripAdvisor. Digite o nome da cidade no campo de busca, marque o filtro "hotéis" e, na página de resultado, clique na opção "família":


Isso significa que a lista que você verá é a dos 499 hotéis recomendados para famílias em Paris, com avaliações feitas pelos próprios hóspedes. Em seguida, inclua as datas de hospedagem e veja quais têm disponibilidade. Eles podem ser ordenados por preço, mas comece a sua exploração pela opção "classificação", que apresenta primeiro os hotéis melhor qualificados pelos clientes. Na imagem abaixo, por exemplo, o hotel Jays é recomendado como o melhor para famílias, com 368 notas recebidas:


Dê uma filtrada por preço e região (você pode ver a lista em formato de mapa), escolha pelo menos uma dúzia dos que mais lhe interessem nessa lista e explore cada um deles. Os links mais importantes são os de "fotos de viajante" (é onde você vê as imagens reais, feitas por hóspedes) e os relatos. Nas fotos, veja como as camas estão dispostas, o espaço disponível, se há kitchenette, se o hotel é limpo (você vai ver MUITAS fotos de sujeira denunciada pelos usuários) e como é a vista da janela. É ali que você vai saber se o sofá-cama prometido era na verdade um colchãozinho no chão e se o "quarto separado" era um desvão embaixo de uma escada que mais parecia um armário de filme de terror.
Nos relatos, confira como é o serviço e as principais características do hotel. Você pode optar por ver os comentários feitos em português em primeiro lugar, e também pode tentar ler os traduzidos pela ferramenta automática. Normalmente, dá para entender perfeitamente as informações básicas, como "Cozinha era bem equipado e muito conveniente para econômico as refeições em família". :-) Além disso, há a nota dada pelo hóspede para cada item:


Em alguns hotéis, há inclusive recomendações sobre os melhores quartos.

2) Depois de fazer uma lista básica dos seus hotéis "desejados", comece a caçar preços. Você pode fazer isso direto no TripAdvisor, que tem link para diversos consolidadores de reservas, ou indo a cada um deles (hoteis.com, decolar.com, venere, booking, expedia). A vantagem de planejar a sua estadia por meio desses sites é a possibilidade de pagar em reais (no caso dos que operam no Brasil), evitando a taxa adicional de 6% de IOF sobre moeda estrangeira no cartão de crédito, e também a possibilidade de aproveitar ofertas. Em qualquer caso, eu NUNCA fecho uma reserva antes de...

3) ...verificar o preço final no próprio site do hotel. Até porque esse é o momento de conferir as características vistas no TripAdvisor e nos sites consolidadores, ver as fotos "oficiais" e de guardar informações como o endereço e o mapa do local. Já me aconteceu muitas vezes de encontrar preços melhores no site do hotel do que nos consolidadores, mesmo levando em conta o IOF. Abra o olho.

Como chegar a Gramado e Canela

Se você não está viajando com o seu carro próprio nem em excursão, as duas maneiras mais práticas de chegar a Gramado e Canela são com carro alugado e de ônibus. A opção do carro é a melhor para quem pretende conferir as melhores atrações naturais e os parques, já que ficam fora da cidade e afastados uns dos outros. Já se você pretende se concentrar na cidade, o ônibus pode ser uma opção mais prática e barata.

A rota "alternativa" oferece paisagens lindíssimas, como esta, em Morro Reuter
A rota "alternativa" oferece paisagens lindíssimas, como esta, em Morro Reuter - foto danielpgauer

Ônibus - Se a sua escolha final for pelo ônibus, você pode pegá-lo tanto na Rodoviária de Porto Alegre quanto no aeroporto, já que boa parte das linhas passa por lá. Veja os horários de saída da Rodoviária e do Aeroporto.

Aluguel de carro - Você pode fazer a locação no aeroporto de Porto Alegre. Para chegar a Gramado, há basicamente quatro caminhos: o rápido, o bonito, o alternativo e o radical. O rápido é via Taquara, leva duas horas, tem 120 km e cerca de dois terços do trecho duplicado:

   

O bonito é via Nova Petrópolis, tem 129 km e leva cerca de duas horas e meia. A paisagem é linda, mas boa parte do trecho é de pista simples e sinuosa. Escolha esse caminho se você quiser ir passeando:


 

O radical tem 99km e leva cerca de duas horas. A paisagem é lindíssima e corta uma região rural muito especial. Além disso, há alguns restaurantes rurais interessantes no caminho, como o El Paradiso, em Morro Reuter. Tem um trecho de 14 km estrada de chão que, com tempo bom, se vence em 20 minutos. É a minha rota favorita: 



 O alternativo é via Gravataí, tem 118 km e leva cerca de duas horas. Esse é o único dos três que evita o congestionamento da BR-116. Escolha esse se o horário da sua viagem for a partir das 17h dos dias úteis:



Depois, para chegar em Canela, não há mistério. Basta seguir a sinalização. As duas cidades são conectadas por uma estrada duplicada de 7,5 km de extensão, cheia de restaurantes e de hotéis. Não há como errar: